quarta-feira, 27 de maio de 2015

Homem tira o próprio turbante e quebra código religioso para salvar criança

Sem capas ou máscaras, a história do herói de hoje tem um acessório poderoso também: um turbante.
O jovem Harman Singh, 22 anos, tirou seu turbante, quebrando assim um rigoroso código religioso, para salvar a vida de uma criança atropelada por um carro na Nova Zelândia.
De acordo com o The New Zealand Herald, apóes escutar o barulho do acidente, Singh correu para fora de casa ajudar quem precisasse, que no caso foi o pequeno Daejon Pahia, de 5 anos, sangrando após ser atingido pelo veículo.
“Vi uma criança caída no chão e uma mulher o segurando. Sua cabeça estava sangrando e então tirei o turbante da minha cabeça. Não estava pensando no turbante. Estava pensando no acidente e apenas me ocorreu ‘ele precisa por algo na cabeça porque está sangrando’. Este era meu dever, ajudá-lo. E acho que qualquer um teria feito o mesmo por mim”, disse em entrevista.
Segundo a religião de Singh,  o Siquismo, ter a cabeça coberta por um turbante é código rigoroso para todos, é usado como um sinal de devoção e fé à religião. A peça é símbolo de compromisso e não deve ser  removida em público.
Porém, o ato do rapaz recebeu o devido reconhecimento e aplausos, inclusive dos membros da sua comunidade. “É uma religião bem prática”, explicou Devpaal Singh, membro do conselho da Multicultural NSW, ao The Sydney Morning Herald. “Da forma que vejo, religião não tem sentido se não for para ajudar as pessoas.”
Depois do ocorrido, ele ainda visitou o Daejon no hospital. “Estou tão feliz. Ele é um carinha bem corajoso”, disse Singh ao Daily Mail Australia.
Screen Shot 2015-05-26 at 7.40.28 PMHarman-Singh

Fonte: Razões Para Acreditar

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Estudante que vendia bombons no ônibus se gradua em medicina

"A senhora pode ficar tranquila, tome este remédio que o bebê está bem", recomenda o médico Jessé Soares a uma paciente que procurou atendimento no hospital de Limoeiro do Ajuru, onde o jovem trabalha há cerca de um mês. "Ela está grávida e caiu, mas vai ficar tudo bem", explica.
Assim como sua paciente, a trajetória do médico também teve momentos em que foi preciso levantar para ver tudo ficar bem: o jovem que vendia bombons nos onibus de Belém para pagar as despesas com material da faculdade de medicina da Universidade do Estado do Pará (UEPA) concluiu o curso e conseguiu seu registro profissional na última quarta-feira  (20).
"Foram vários momentos em que batia uma angústia de querer estudar e não ter condições, mas sempre vinha um sentimento de que, quando eu terminasse, as coisas seriam melhores. E estão melhorando", comemora.
Casado e pai de duas meninas, Soares diz que espera receber o primeiro salário para poder comemorar a conquista com amigos e a família. "A cerimônia na universidade foi simples, agora aguardo o fim do mês para receber e fazer uma comemoração com os amigos", disse.
Segundo Soares, o próximo desafio é escolher uma área de especialização, que pode ser oncologia ou neurocirurgia. "Estou estabilizando minha vida para fazer residência. Eu quero oncologia ou neuro, que são áreas que exigem bastante dedicação e estudo. Ainda não decidi se vou fazer as provas no final do ano ou em 2016", relata.
Médico diz que certeza de vida melhor foi motivação para continuar os estudos (Foto: Jessé Soares / Arquivo Pessoal)
Fonte: G1

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Homem de 109 anos cria simpáticos suéteres para reabilitar pinguins

Histórias de pessoas que cuidam de animais necessitados não são novidade nos dias atuais em que muito tem se refletido sobre os direitos dos animais e sua situação perante a sociedade. Entretanto, essa história bastante curiosa chama atenção, não somente pelo fato em si, mas pelos seus personagens.
Alfred Date, mais conhecido como Alfie, é um senhor de 109 anos, declarado, inclusive, como o homem mais velho da Austrália. Um belo dia, as enfermeiras do lugar onde vive comentaram que a Penguin Foundation de Phillip Island estava precisando de suéteres – é isso mesmo!

Como Se Fosse a Primeira Vez

Sabe aquela famosa história de se apaixonar por alguém todos os dias, como se fosse a primeira vez? Pois isso não se limita somente ao “Como se Fosse a Primeira Vez (“50 First Dates”), estrelado por Adam Sandler e Drew Barrymore. Uma jovem inglesa de 20 anos vive essa realidade retratada no filme.
Jenny Gibsy sofre de uma rara disfunção neurológica que a faz perder a memória cerca de duas vezes na semana. Para se lembrar do namorado, e que estão juntos há três anos, eles decidiram fazer um caderno que reúne fotos e outras coisas que contam a história do casal.

20 Imagens que capturam a esperança da humanidade em meio à tragédia no Nepal

Fonte: Tudo Interessante

O mundo todo acompanhou há poucos dias o forte tremor que devastou o Nepal, de 7,8 graus na escala Richter. Até o momento, foram registradas mais de 7 mil mortes e milhares de pessoas feridas. Mas apesar da tragédia, sinais de compaixão e esperança surgem em meio aos escombros.
São pessoas que procuram por sobreviventes, cuidam uns dos outros, arrecadam doações e oferecem um ombro amigo para confortar amigos, familiares e até mesmo desconhecidos. O terremoto abalou estruturas, mas não a humanidade das pessoas que colaboram para, lentamente, reconstruírem o Nepal.

Equipe de policiais fez “vaquinha” para comprar alimentos e pagar fiança após homem ser preso por roubar comida

O policial civil que organizou uma “vaquinha” para fazer compras para um homem detido depois de furtar 2 kg de carnes de um supermercado no Distrito Federal, afirma que ficou impressionado com as necessidades enfrentadas por pai e filho. 
Em depoimento à polícia, o eletricista, de 45 anos, contou que perdeu o emprego e vive com R$ 70 do Programa Bolsa Família. Há dois meses ele não consegue trabalho e, desesperado, resolveu esconder uma peça de carne em uma sacola para fazer comida para o filho. Ao perceberam que ele falava com sinceridade, os policiais resolveram checar a história.
Ao chegarem à casa do homem, preso nessa quarta-feira (14), o agente Ricardo Machado de Almeida e outros agentes da 20º Delegacia de Polícia do Gama (DF), encontraram uma situação de extrema necessidade. 
— Não tinha comida, não tinha material de limpeza, não tinha produto de higiene, não tinha gás, sal para cozinhar, não tinha sequer uma pasta dentes.
Os policiais decidiram recolher dinheiro para fazer compras e ajudar o eletricista depois que ele passou mal ao prestar depoimento à polícia. O homem afirmou que não comia há 2 dias porque só conseguiu comprar comida para o filho. Depois de comer um lanche pago pela equipe policial, ele afirmou que vivia de "bicos" e não tinha dinheiro para sustentar a casa.
Nessa quarta-feira, com R$ 14 o homem foi ao supermercado, mas não teve condições de comprar a carne. Após ser flagrado com o produto na sacola, os seguranças do supermercado o renderam e chamaram a polícia. Na delegacia, os agentes ficaram comovidos.
— Nós resolvemos checar se era verdade a história que ele contava e dissemos a ele que o levaríamos até a sua casa e vimos que era verdade. Ele é uma pessoa muito humilde. Resolvemos ir ao supermercado e lá ele escolhia as coisas mais baratas, menores e sempre agradecendo muito, conta Ricardo Almeida.
Uma agente pagou a fiança de R$ 270, arbitrada ao homem na delegacia. Ele vai responder pelo crime de furto, com pena prevista de um a quatro anos de prisão.

sábado, 9 de maio de 2015

Após AVC, mãe e filha se conectam por vocabulário de olhares e sorrisos

Mãe e filha de Campinas conversam por vocabulário adaptado aos olhos (Foto: Erik Nardini/ Arquivo pessoal)
Mãe e filha de Campinas conversam por vocabulário adaptado aos olhos (Foto: Erik Nardini/ Arquivo pessoal)
A rotina da professora doutora aposentada da Unicamp Lúcia Kopschitz Xavier Bastos, de 57 anos, mudou completamente há 13 anos após ela sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Ela teve a fala e os movimentos afetados e passou quatro meses internada em um hospital, mas nunca perdeu a alegria e a vontade de viver. Apesar das surpresas reservadas pelo destino, Lúcia, que é mãe de dois filhos, afirma que não se sente enfraquecida pela doença e busca seguir a vida superando as dificuldades com o amor e o carinho da família.
Podemos dizer que eu cuido dela, mas ela também cuida de mim. Afinal, ela é minha mãe e isso não muda nunca"
Ana Bastos Caprini, filha
Para executar as tarefas do dia-a-dia que ficaram mais complexas, Lúcia conta com a ajuda dos filhos, especialmente da caçula, a estudante de arquitetura Ana Bastos Caprini, de 23 anos. Ela está sempre presente, auxiliando a mãe com muito carinho, nas atividades mais simples do cotidiano, como se fosse uma espécie de "anjo da guarda".
"É complicado dizer que eu cuido dela e que os papeis se inverteram, porque ela ainda cuida de mim. Mas é claro que eu cuido dela, ela precisa de mim para algumas tarefas que jamais imaginamos que iria precisar. Podemos dizer que eu cuido dela, mas ela também cuida de mim. Afinal, ela é minha mãe e isso não muda nunca", destaca a filha.
Amor em cada olhar
Uma das principais mudanças após o AVC, segundo Ana, aconteceu na comunicação entre mãe e filha. Ela explica que foi preciso criar um vocabulário adaptado aos olhos para que o diálogo fosse possível. "Nós dividimos os alfabeto em quatro linhas, e conforme vamos conversando eu falo as letras de cada linha e ela pisca quando chego na letra correta e olha para cima quando a letra está incorreta", explica.
Foto do projeto AVC não é o fim, que está em exposição até o dia 29 de outubro (Foto: Erik Nardini)Tem muito amor envolvido na nossa relação, afirma
filha (Foto: Erik Nardini).
A estudante conta que quem vê pela primeira vez a conversa entre elas fica impressionado com a agilidade do diálogo, mas para ela a situação já se tornou rotina e faz parte do amor de mãe e filha.
"Eu já não anoto mais as letras, eu faço de cabeça mesmo. E querendo ou não é o jeito que eu me comunico com a minha mãe, tem que ser rápido e ágil. Tem muito amor envolvido, muita paciência (das duas partes) e muito companheirismo", destaca.
'Colocar ordem na casa'
Com esse vocabulário adaptado, Ana conta que a mãe consegue 'colocar ordem na casa' e participar ativamente da rotina da família. "Não é porque ela está numa cadeira de rodas que ela não é mais criativa, bem pelo contrário, até hoje ela inventa mil coisas pra fazermos juntas, além de fazer as melhores festas e almoços que eu já tive. Sim, é ela quem organiza tudo. Eu, as amigas dela e a família damos apenas um suporte", destaca.
"Não é porque ela está numa cadeira de rodas que ela não é mais criativa, pelo contrário, até hoje ela inventa mil coisas pra fazermos juntas"
Ana Bastos Caprini, filha
A estudante pontua também que ela e a mãe sempre foram muito unidas desde antes do AVC e que a criatividade dela marcou sua infância e a de seu irmão Tomás com histórias e enigmas. "Ela sempre foi meu ‘porto seguro’ e sempre a vi como uma grande companheira. Ela era muito criativa, inventava mil coisas pra fazermos juntas, desde piqueniques no parquinho até enigmas para datas especiais", lembra Ana.
No entanto, a filha conta que ver a mãe superando todos as limitações trazidas pelo AVC fez crescer ainda mais a admiração que já nutria por ela desde pequena. "Sem dúvida o carinho e o amor cresceram, mas o que mais cresceu foi a admiração", pontua.
Para Ana, o segredo da mãe para superar os desafios está em sempre sorrir e nunca perder a força de vontade. "Todos passam por momentos difíceis, independente se vivem numa situação inusitada como a nossa ou não, as dificuldades estão no dia a dia de todos e vamos passando por elas, sempre sorrindo e com muita força", afirma.
Sem mexer uma palha
Neste domingo em que se comemora o Dia das Mães, Lúcia fez questão de enviar uma mensagem de força para todas aquelas que, de alguma forma, foram "sacudidas" pelas supresas da vida, contando a própria história, de forma lúdica como sempre fez para os filhos.

"Era uma vez, uma mãe e dois filhos. O primeiro lourinho. Lindo. Extraordinário. Na sua primeira escola tinha um bode e um lago. A mãe olhou o bode e o lago… viu ali possibilidades… O menino foi marrado [empurrado] pelo Bode e entrou no lago… A menina, o segundo filho, era moreninha. Linda. Extraordinária. Acontece que era laranja. E a mãe achava lindo ter uma filha laranja. Na primeira visita ao pediatra ela foi internada. Icterícia. Agora os filhos são grandes. Lindos. Arquitetos. Mirabolantes. Num certo dia a mãe teve um AVC e ficou sem mexer uma palha. Quer dizer, uma palha ela mexe. Se alguém puser a palha na mão dela, ela olha os filhos e na sua cabeça vê uma música dos Beatles: “I look at the floor and I see it needs sweeping while my guitar gentle weeps [Eu olho para o chão e vejo que precisa ser limpo. Enquanto minha guitarra suavemente chora]. Aminha própria mãe, que era muito espirituosa, se dizia combalida pelo destino, eu não entendia bem. Agora entendo, mas não me sinto combalida [injustiçada]", conta Lúcia.

E para todas as mães, que de certa forma, tiveram seus planos alterados pelo destino, ela dedica a música “Moon Shadow”, de Cat Stevens, que fala sobre as perdas e os ganhos da vida e mostra como é possível ultrapassar todos os desafios com amor.
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Filha diz que cada ano que passa aumenta a admiração pela mãe (Foto: Erik Nardini/ Arquivo pessoal)





































Fonte: G1

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Mulher tetraplégica realiza sonho de ser mãe e cuida da filha de 2 anos

Abraçada à pequena Lara, de apenas dois anos, a psicóloga Vitória Bernardes abre um sorriso de realização. Com a chegada da menina, ela descobriu que superar limitações é possível. Tetraplégica após ser vítima de uma bala perdida aos 16 anos, quando estava em frente à casa da avó, Vitória engravidou com autorização dos médicos e hoje divide os cuidados da pequena com o marido (veja o vídeo acima).
"Nós namorávamos e falávamos no desejo dele ser pai. Eu não tinha certeza se eu daria conta. Porque todos olham para pessoas com deficiência como se tivessem que ser cuidadas, e não com a capacidade de cuidar. Acho que acabei de internalizando isso e, de certa forma, não me via capaz de exercer a maternidade", relembra ela.
Mas o anúncio da chegada de Lara mudou as perspectivas. Vitória tomou todos os cuidados necessários com a gravidez e se preparou para o futuro como mãe. "Queria que ela soubesse o quanto amo ela, o quanto ela é maravilhosa. Mesmo dentro da barriga, ela já estava fazendo de mim uma pessoa melhor. No dia da cesárea, eu não tive medo. Estava segura e serena".
Vitória consegue amamentar a filha (Foto: Reprodução/RBS TV)Vitória consegue amamentar a filha
(Foto: Reprodução/RBS TV)
Vitória convive com suas limitações. Não é possível, por exemplo, dar banho em Lara. Porém, ela encontrou outras tarefas que se tornaram parte de seu dia a dia como mãe. Entre outras tantas responsabilidades da maternidade, ajuda a escolher as roupas da pequena e encontrou uma maneira de ajeitar a colher para dar comida.
"Eu não mexo as mãos, não troco fraldas. Mas posso dar comida, posso engatar uma colher e dar comida. É legal, porque ela tem dois anos e come sozinha, mas quando ela está de 'dengo', ela pede e é uma delícia", aponta. "Eu não dou banho, mas pego a roupa. Uma coisa que me ajuda muito na autoestima e a me reconhecer como mãe é algo que ninguém pode fazer por mim, que é amamentar minha filha", comemora.
Fonte: G1

Dia das Mães em Dose Dupla: Mãe adota criança trocada pelo filho na maternidade: 'Me apaixonei'

Se o amor dos filhos bastar para que o Dia das Mães seja perfeito, uma moradora de Votorantim (SP) tem motivo de sobra para comemorar. Há dez anos, a dona de casa Rita Ribeiro da Silva teve o bebê trocado na maternidade por outro e, após descobrir o engano, não aceitou devolver a criança que já vinha criando. Ela brigou na Justiça até o fim e ficou com os dois. Hoje, o filho não-biológico é só elogios à mãe adotiva. "Não largaria ela por mãe nenhuma no mundo. Tenho paixão por ela. Amo de coração", diz Giuliano Ribeiro.
Na época em que a troca de bebês veio à tona, a história dos dois foi destaque na imprensa. Em junho de 2004, Rita deu à luz Vitor Hugo Ribeiro, mas, devido a um engano de funcionários da Santa Casa, saiu do hospital com Giuliano. Desde o começo, o coração de mãe não se enganou. A diferença de traços e cor de pele dela e do marido em relação ao bebê era gritante, mas o hospital garantiu que não havia engano.
Vitor e Giuliano, logo que a troca foi descoberta (Foto: Arquivo Pessoal)Vitor e Giuliano, logo que a troca foi descoberta
(Foto: Arquivo Pessoal)
"Eu via que ele era diferente de nós. Fora que era o nome da outra mãe que estava no bercinho dele na maternidade, mas, na pulseira, era o meu nome. Perguntei para as enfermeiras se elas não haviam trocado, mas elas disseram que era impossível. Voltei para casa sentindo que não era meu filho que eu estava levando", relembra a dona de casa.
Mas a confirmação demorou para sair. Foi só durante uma visita a um parente na Santa Casa, meses depois, que a confusão começou a se resolver. Conversando com uma enfermeira, ela comentou o assunto e, diante da gravidade da suspeita, a funcionária levou o caso ao diretor do hospital, que chamou Rita para conversar e ofereceu um teste de DNA. Como o primeiro resultado apontou que Giuliano não era filho do casal, foi solicitado um segundo exame, que veio para confirmar a troca e mudar a vida dos bebês.
Era forte o que eu sentia. Me apaixonei por esse 'gordinho'"
Rita Ribeiro, sobre o filho adotivo
A mãe biológica de Giuliano foi contatada e, com o DNA em mãos, o hospital sugeriu que as mães destrocassem as crianças, mas Rita se recusou.
"Eu estava amamentado o Giuliano, e o Vitor não estava sendo amamentado. Eu não podia tirar o bebê do peito de uma hora para outra. Além disso, o Vitor estava com vários bernes pelo corpo e cheio de piolhos. Eu não ia entregar uma criança que estava sendo bem cuidada para ela ficar nesse estado. Era forte o que eu sentia. Me apaixonei por esse 'gordinho'", conta, referindo-se com carinho a Giuliano.
O caso foi levado para a Justiça, que também determinou que os bebês fossem destrocados. Novamente, Rita se recusou e manifestou a vontade de ficar com os dois. "A outra mãe judiou muito dele [Vitor]. Briguei com o juiz, com o promotor e falei que eu não ia entregar a criança", relata a dona de casa.
Segundo ela, a mãe biológica de Giuliano chegou a morar com a família de Rita por duas semanas, mas, por fim, abriu mão do filho. Os bebês já estavam com nove meses quando viraram oficialmente irmãos.
Hoje, Vitor e Giuliano vivem com Rita e três irmãs em uma casa de madeira composta por dois cômodos. Mas a simplicidade do ambiente não tira a alegria dos meninos. "Não importa o que aconteceu, ela é minha mãe. Ela batalhou por mim e conseguiu ficar comigo", diz Giuliano. Vitor é menos falante e resume o sentimento em apenas uma frase: "Minha mãe é a melhor de todas". E Rita entrega: os dois vivem brigando, mas não se desgrudam.
Giuliano e Vitor, de dez anos, são inseparáveis (Foto: Tássia Lima / G1)Giuliano e Vitor, de 10 anos, são inseparáveis
(Foto: Tássia Lima / G1)
O pai dos meninos morreu há quase cinco anos, em um acidente durante uma pescaria no rio Sorocaba. Para poder cuidar dos cinco filhos – as meninas têm 14, 13 e 7 anos – Rita não trabalha e sustenta as crianças com uma pensão de pouco mais de R$ 1,4 mil deixada pelo marido, que trabalhava como pedreiro em uma construtora.
Indenização
Diante de todo o sofrimento de Rita e dos bebês, a Santa Casa e a Prefeitura deVotorantim foram condenadas, em 2012, a pagar indenização por danos morais. Os dois réus entraram com recursos, que se esgotaram recentemente. Rita teve a decisão a seu favor, em última instância, publicada no fim de março deste ano.

Além da indenização, a mãe terá uma pensão de um salário mínimo por mês até que Giuliano complete a maioridade. "Vou entrar com pedido de pagamento imediato dessa pensão, tendo em vista que é de pequeno valor", explica o advogado da família, José Roberto Galvão.
Agora, o processo está em fase de intimação, e a indenização deve ser paga dentro de um ano.
Questionada sobre o destino do dinheiro, a dona de casa tem a resposta na ponta da língua: "Vou comprar uma casa, dar um lugar melhor para meus filhos morarem, para que eles possam viver com dignidade, crescer com conforto".
Para ela, vencer o processo vai ajudar, mas não vai fazer com que o assunto seja esquecido. "A indenização jamais vai tirar de nós o que aconteceu, apagar todo o sofrimento. Eles mexeram com vidas humanas. Fui acusada de estar mentindo sobre a paternidade do meu filho. Meu marido chegou a sair de casa por causa disso. Todo mundo falava de mim. Às vezes, me pergunto por que isso foi acontecer comigo. Mas, por outro lado, se não fosse assim, eu não teria meu 'gordinho'", declara.
Rita entre os filhos Giuliano e Vitor (Foto: Tássia Lima / G1)




























Fonte: G1

Happy - Pharrell Williams




Happy
It might seem crazy what I'm about to say
Sunshine she's here, you can take a break
I'm a hot air balloon that could go to space
With the air, like I don't care baby by the way

Because I'm happy
Clap along if you feel like a room without a roof
Because I'm happy
Clap along if you feel like happiness is the truth
Because I'm happy
Clap along if you know what happiness is to you
Because I'm happy
Clap along if you feel like that's what you wanna do

Here come bad news talking this and that
Yeah, well, gimme all you got and don't hold back
Yeah, well I should probably warn you I'll be just fine
Yeah, no offense to you don't waste your time
Here's why

Because I'm happy
Clap along if you feel like a room without a roof
Because I'm happy
Clap along if you feel like happiness is the truth
Because I'm happy
Clap along if you know what happiness is to you
Because I'm happy
Clap along if you feel like that's what you wanna do

(Happy) bring me down
Can't nothing (happy) bring me down
My level's too high (happy) to bring me down
Can't nothing (happy) bring me down
I said
(Happy, happy, happy) bring me down
Can't nothing bring me down
My level's too high (happy) to bring me down
Can't nothing bring me down
I said

Because I'm happy
Clap along if you feel like a room without a roof
Because I'm happy
Clap along if you feel like happiness is the truth
Because I'm happy
Clap along if you know what happiness is to you
Because I'm happy
Clap along if you feel like that's what you wanna do

Because I'm happy
Clap along if you feel like a room without a roof
Because I'm happy
Clap along if you feel like happiness is the truth
Because I'm happy
Clap along if you know what happiness is to you
Because I'm happy
Clap along if you feel like that's what you wanna do

(Happy) bring me down
Can't nothing (happy) bring me down
My level's too high (happy) to bring me down
Can't nothing (happy) bring me down
I said

Because I'm happy
Clap along if you feel like a room without a roof
Because I'm happy
Clap along if you feel like happiness is the truth
Because I'm happy
Clap along if you know what happiness is to you
Because I'm happy
Clap along if you feel like that's what you wanna do

Because I'm happy
Clap along if you feel like a room without a roof
Because I'm happy
Clap along if you feel like happiness is the truth
Because I'm happy
Clap along if you know what happiness is to you
Because I'm happy
Clap along if you feel like that's what you wanna do

C'mon




Feliz
Pode parecer loucura o que estou prestes a dizer
A luz do sol, ela está aqui, você pode fazer uma pausa
Sou um balão de ar quente que poderia ir para o espaço
Com o ar, como se não me importasse, aliás

Porque estou feliz
Bata palmas junto se você se sente num quarto sem telhado
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sente que a felicidade é a verdade
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sabe o que a felicidade é para você
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sente que é isso que você quer fazer

Lá vêm más notícias, falando disso e daquilo
Bem, dê-me tudo o que tem e não se contenha
Eu provavelmente deveria lhe avisar que estarei bem
Sim, sem querer ofender, não perca o seu tempo
Eis o motivo

Porque estou feliz
Bata palmas junto se você se sente num quarto sem telhado
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sente que a felicidade é a verdade
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sabe o que a felicidade é para você
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sente que é isso que você quer fazer

(Feliz) me pôr para baixo
Nada pode me pôr para baixo
Meu nível é muito alto (feliz) para que me ponham para baixo
Nada pode me pôr para baixo
Eu disse
(Feliz, feliz, feliz) me pôr para baixo
Nada pode me pôr para baixo
Meu nível é muito alto (feliz) para que me ponham para baixo
Nada pode me pôr para baixo
Eu disse

Porque estou feliz
Bata palmas junto se você se sente num quarto sem telhado
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sente que a felicidade é a verdade
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sabe o que a felicidade é para você
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sente que é isso que você quer fazer

Porque estou feliz
Bata palmas junto se você se sente num quarto sem telhado
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sente que a felicidade é a verdade
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sabe o que a felicidade é para você
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sente que é isso que você quer fazer

(Feliz) me pôr para baixo
Nada pode me pôr para baixo
Meu nível é muito alto (feliz) para que me ponham para baixo
Nada pode me pôr para baixo
Eu disse

Porque estou feliz
Bata palmas junto se você se sente num quarto sem telhado
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sente que a felicidade é a verdade
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sabe o que a felicidade é para você
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sente que é isso que você quer fazer

Porque estou feliz
Bata palmas junto se você se sente num quarto sem telhado
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sente que a felicidade é a verdade
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sabe o que a felicidade é para você
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sente que é isso que você quer fazer

Vamos lá






https://www.youtube.com/watch?v=y6Sxv-sUYtM


Link: http://www.vagalume.com.br/pharrell-williams/happy-traducao.html#ixzz3ZVPM8r1Q

sábado, 2 de maio de 2015

A risada maravilhosa do filho de Tom Fletcher

Agora que o filho já nasceu, ele apareceu com um novo vídeo que está quebrando a internet de tanta fofura, mostrando uma simples brincadeira com o pequeno Buzz que transformou-se em fonte inesgotável de risadas maravilhosas.
Na descrição do vídeo ele diz: “Esse é o motivo porque ser pai é maravilhoso. Essa a primeira vez que meu filho Buzz vê um dandelion (no Brasil conhecida como “dente-de-leão”)... parece que ele gostou”.
Assista o vídeo e veja se não é verdade!
 Clique na foto para assistir o vídeo

Fonte: Razões Para Acreditar

Vídeo mostra o reencontro entre tutora e seu cachorro, perdido durante erupção vulcânica

Para ver o vídeo, clique na foto

Após as recentes erupções vulcânicas devastadoras no Chile, que encobriram o céu com nuvens sufocantes de cinzas, sinais de esperanças começaram a aparecer.
Segundo reportagem do site The Dodo, semana passada, centenas de moradores que vivam perto do vulcão Calbuco foram forçados a deixar seus animais durante a rápida evacuação após a erupção do vulcão. Mas enquanto o número de vítimas ainda está sendo calculado, muitos animais dados como desaparecidos, foram achados com vida.
Há um vídeo filmado em Ensenada, umas das cidades mais atingidas pela erupção, que mostra o reencontro emocionante de uma tutora e seu cachorro. A mulher não identificada estava procurando por seu animal havia dias, depois que foi liberado o acesso àquela região, informa o El Comercio.
Na terça-feira, quando uma nova evacuação foi ordenada, depois de fumaças serem vistas saindo de Calbuco, a esperança permanece para aqueles animais que foram deixados para trás.
Voluntários vasculhando áreas à procura de cães e gatos deslocados resgataram e abrigaram 500 animais até agora, reporta o grupo Seamos Amigos de los Animales. Eles estão sendo tratados e acolhidos até que seus tutores possam reencontrá-los, pois ainda não está definido quando as pessoas que foram evacuadas poderão retornar as suas casas.

Fonte: ANDA